24 novembro 2014

Baile

Velho ou jovem, homem ou mulher, não há quem fique longe do baile.
Exibindo alguma joia ou adorno de baixo valor, a vila bamboleia, namorando ao murmúrio da banda. É que o verdadeiro amor é vivido, ouvindo o que de melhor é idealizado.
O bombo invade o ar, ao lado do adufe e da viola.
A braguinha embala um duo, que baila em harmonia, deixando de fora qualquer amargura que lhe afogue a alma. É o amor!

Quita Miguel, 55 anos, Cascais

Desafio nº 78 – escrever sem C P S T

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