26 outubro 2014

Dia sim, dia sim

Dia sim, dia sim Alexandre passeava pelas ruas e avenidas da sua cidade e repetia rituais de beber cerveja nas esplanadas a pensar na vida que tinha.
A mulher estava diferente, uma estranha, gritava e refilava. Estaria grávida?
Tinham de falar… Para ele a vida tinha que ser mais.
Talvez a deixe! Pensava frequentemente.
De repente, viu-a e fez-lhe sinal. Maria assentiu.
Amanhã, talvez a deixe amanhã, mas apenas disse:
Já tinha saudades! E fez-lhe uma festa!

Carlos Fonseca, 40 anos, Loures

Desafio nº 76 – escrever sem a letra O

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