13 fevereiro 2018

María Caiña ― escritiva 22


Naquela noite eu estava muito nervosa porque a minha missão era muito importante: colocar as prendas por baixo da árvore de natal enquanto os meus primos dormiam. Quando estava a fazê-lo ouvi um ruído: o meu primo acordara e lá estava, olhando para mim sem acreditar no que estava a ver. Ele começou a chorar e eu decidi dizer-lhe que eu era uma ajudante do Pai Natal. O menino ficou muito contente. Tudo acabara por ficar resolvido!
María Caiña, 20 anos, Santiago de Compostela, prof Carla Amado
Escritiva nº 22 ― apanhado em flagrante


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