04 dezembro 2017

Margarida Freire ― desafio 124

Nos campos destruídos da aldeia, a criança encontrou uma ESPIGA.
Lembrava-se delas, em Casa da Mãe, quando havia PÃO para todos.
Sabia a Sol, a ÁGUA que os meninos bebiam na fonte.
Era o TEMPO de brincar, até o sono chegar.
Hoje é sempre NOITE; pó, escuridão por todos os lados.
Será que o SOL também fugiu?
De repente, um raio da sua luz tocou a mão do Menino, que sorriu. Ainda podemos ter ESPERANÇA. Natal, talvez!
Margarida Freire, 75 anos, Moita
Desafio nº 130 ― de espiga a esperança



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