20 dezembro 2014

A aranha

istória sem igual
Numa noite de Natal
Uma aranha gorda
Ainda hoje me recorda
Povoou de muitas teias
Uma árvore de natal
Junto dos presentes e meias
Parecia uma rede
Juntinha à parede
Ficaram todos sem fome e sede
A aranha grande víbora
Pediu desculpa à senhora
Que com pena de a matar
A deitou logo fora
As crianças naquela casa
Das teias fizeram asas
E já madrugada
Começaram a voar
A árvore estava bonita assim enfeitada.

Maria Silvéria dos Mártires, 68 anos, Lisboa

Desafio nº 80 – o Natal da aranha

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