30 novembro 2014

Querido amigo

Querido amigo, murmuro eu
de mim a ele!
Faz quando que não o vejo?
Não me lembro! Minha memória, não me deixa, já me falha!
Não o verei eu? 
Irá a vida boa? 
Amigo a minha flui, obrigado!
Amigo, aqui e agora é novidade
É modernidade
Não há meio
Ninguém falha de admirar-me!
Querido amigo, amaria revê-lo de novo
Meu amigo imaginário,
Viverá ele na minha alma,
raiz de origem?
De amigo a um amigo
Um beijo!

Sara Pereira, 20 anos, Braga

Desafio nº 78 – escrever sem C P S T

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