20 novembro 2014

O tempo da saudade

Dezenas de dias se passaram. Vivia dois momentos diferentes, antes e depois de um certo setembro. O novelo da vida se desenrolara, tresnoitou infindas vezes. Quando amarras se rompem, há sempre um sofrer. Em quatro anos, não o esquecera um só dia.
Amores assim colorem a vida, quando se vão, vai-se a primavera.
Logo serão cinco anos. A saudade transcorre paralela ao tempo.
Quer sejam seis, seiscentos, oito, oitocentos, os dias jamais serão os mesmos, nunca mais...

Roseane Ferreira, Macapá, Estado de Amapá, Brasil
Desafio nº 3 – números de 1 a 10


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