30 novembro 2014

Aqui e agora

Aquele homem não vê
Aquele azul, aquela luz que brilha
Ainda que em breve um novo dia venha
Em ele, nada remexe
nele não há fé na humanidade
Homem que dorme, 
não vê nem quer ver 
Homem, larga o medo!
Ruiu, logo me ergo!
Ruge à dor e voa
O que há é o aqui e o agora
Abraça a roda da vida e vive
deixar ao amanhã o dia de hoje
é dia que já foi!

Sara Pereira, 20 anos, Braga

Desafio nº 78 – escrever sem C P S T

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