23 julho 2014

Vi-te de longe

Vi-te de longe, passeavas vereda fora esquecido nos teus desvaneios. Sorrias sozinho. Assim como sozinho tinhas roubado tudo de mim.
As saudades preenchiam o vazio de um coração inócuo e muito mal tratado.
A cura era inexistente, já não existia nada! Apenas uma rapariga que deambulou perante o amor e que no amor se afundou!
Tu, vieste de encontro a mim. E em mim reconstruídas ficaram as peças de um coração que só a ti quer pertencer.

Ana Sofia Cruz, 16 anos, Porto

Desafio nº 70 – frase de palavras obrigatórias 

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