31 julho 2014

Sem te dizer tudo, digo-te muito

Sem o primeiro do conjunto que tem fim em «Z», um texto sugeriu sensível mulher, que se escrevesse. Ui! Difícil. Terrível mesmo. Novelinhos e novos novelinhos no entendimento e tudo fugidio. Por fim:
Tu sempre longínquo de mim. Eu invoco-te com um grito silencioso e inocente, profundo, sem fim, pois o eco devolve-me o teu silêncio e o meu tormento… (persiste).
Entendi tudo. Como resistir e sorrir? Sinto-me infeliz, como seguir? Sem te dizer tudo, digo-te muito.

Rosa Maria Pocinho dos Santos Alves, 51 anos, Coimbra

Desafio nº 37 – uma história sem usar a letra A

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