14 julho 2014

Necessidade de defesa

Pastorisa, uma mulher calma, respeitadora, boa, ingénua. No trabalho desempenha várias funções. Numa delas surgiram atritos. Desvaliações pessoais pela chefe; fingiu não; passar ao lado; justificar as suas acções. Impossível o diálogo. Continuou cumprindo o suposto. Um dia, elabora participação ao Director. Com mentiras, deturpações. Intenção de denegrir, ofender. Tomou conhecimento. Agiu com “desconhecimento”.
Um dia dirigiu-se-lhe criticando o seu trabalho. Passou-se! Disse-lhe o que pensava dela. Coisas feias. Exigiu tratamento por você. O assédio psicológico, moral, acabou. Por quanto tempo?!

Isabel Pinto, 47 anos, Setúbal

Desafio nº 65 – chamavam-lhe Pastorisa

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