23 julho 2014

Nada é definitivo

Repentinamente sentiu um nó na garganta, e um aperto no peito. Seu pensamento esvoaçava contra o vento. Sentiu saudades...! Tinha esquecido que o tempo passara, mas a lembrança permanecia. Sozinho deambulou... pela vereda a fora, caminhava observando cada detalho da rua que o viu crescer. Olhava para as casas já reconstruídas, experimentando alcançar a casa onde nasceu e viveu toda a sua infância. Viu...! A casa demolida! Foi nostálgico, um deparar melancólico. Nada na vida é definitivo...!


Prazeres Sousa, 51anos, Lisboa
Desafio nº 70 – frase de palavras obrigatórias 

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