21 julho 2014

Fazes-me falta

Saudades reconstruídas... aqui estou, sozinhoexperimentando a dor que me recorda o teu rosto perdido pela vereda fora do limbo etéreo. Não quero que sejas esquecido, por isso, os teus retratos abundam pela casa – chegam até a proliferar (não sei como). A dor arrancou-me pedaços e quando deambulou na direção do fim, voltou e cravou-se em mim, namorou o meu coração, a minha carne e fixou-se. Não consigo esquecer-te. Não quero esquecer-te.
Fazes-me falta, filho... muita falta!

Arménia Madail, 56 anos, Celorico de Basto

Desafio nº 70 – frase de palavras obrigatórias 

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