20 maio 2013

Revolução


Os anos passam devagar. E tão rapidamente, que nem damos por isso. Mudamos. Vamo-nos moldando e ajustando, na inevitável resposta aos desafios que se impõem. Somos como lagos de água quieta, que, ao sofrerem os impactos das gotas de chuva, as fazem suas, e logo se transformam. Somos a soma de danças circulares que se tocam e nos obrigam a repensarmo-nos continuamente,  uma revolução de ondas incessantes em busca, afinal, da essência que nos faz ser mais.

Sandra Évora, 40 anos, Sto. António dos Cavaleiros

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