30 maio 2013

Dia de sorte

Foi dar uma volta, ao sentir que eram horas de pensar na vida. Por estar só,  a moça está triste. Ficou ali a olhar sem saber bem para onde. Se o céu, o sol ou a terra. Em seu redor tudo era calmo. Uma mão tocou o seu ombro. Alguém com um olhar terno lhe deu uma flor. O vento ao passar deixou no seu rosto marcas de carmim. Ficou feliz.  Era o seu dia de sorte.   
 
Rosélia Palminha,  65 anos, Pinhal Novo

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