24 maio 2013

A MAGIA DAS CORES


O arco íris percorria o céu pousando nas águas dum mar inquieto que limitava o horizonte.
O pescador, que tentava sem resultado equilibrar o seu bote, ergueu-se e abraçou o feixe de cores que parecia suspenso do céu.
Inebriado com tanta beleza percorreu-o levitando sem saber se o caminho era esperança ou magia.
Tudo era efémero menos aquela gotinha de água que caíra dos seus olhos azuis cor do mar e que transluziu no reflexo do espaço.
Rosélia Palminha, 65 anos, Pinhal Novo

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