28 fevereiro 2013

Magoada



Claro! Agora que a distância e a ausência marcaram a lucidez dos acontecimentos, percebo o teu objectivo. Ligarei, ainda, de com a certeza, do engano, me convencer da mentira. Fazê-lo para me refugiar também da dor. Sempre recordarei as tuas palavras. As mesmas que me transportaram à ilusão do "amor". Se quiseres, podes pedir desculpa.
Não sei como ou se seguirei em frente. Pouco importa! Não magoei. Fui magoada. Sofrimento que cicatrizará com o tempo. Sim. Esquecerei! 

Isabel Pinto, Setúbal

“Claro, ligarei de certeza. Podes fazê-lo também sempre que quiseres..." – Vítor Burity da Silva, "Rua dos Anjos", Porto Editora, pág. 77

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