01 março 2013

Mãe


Tenho como certo o Amor incondicional da minha mãe. Telefone, ou não, apareça, ou suma dias a fio, é garantido que permanecerá inalterável a esta recorrente instabilidade emocional a que a rotina me obriga. Ée será, este Amor que levo comigo, todos os dias, quando saio para enfrentar a montanha russa que é esta vida, que escolhi, e da qual gosto e preciso. Nunca lhe agradeci, não o faço. Dói. Eu sei. Também eu sou mãe.

Teresa Ferreira, 46 anos, Almada

Pedro Paixão, in Nos Teus Braços Morreríamos (CL, 2000) - O fim é muito depressa
Eu também não gosto da vida que levo e é esta a que tenho.


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